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Parque Nacional de Brasília. A história de criação do Parque Nacional de Brasília se relaciona diretamente com a da construção de Brasília, constituindo-se em um parque urbano de visitação expressiva ao longo do ano. A Unidade de Conservação surgiu da necessidade de se proteger os rios fornecedores de água potável à Capital Federal e de manter a vegetação em estado natural. Os objetivos que levaram as autoridades da época a instituí-lo foram o parque contribuir para o equilíbrio das condições climáticas e evitar a erosão dos solos no Distrito Federal.

O Parque tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico. O Parque abrange as regiões administrativas de Brasília-DF, Sobradinho- DF e Brazlândia-DF e o município goiano de Padre Bernardo.

Criado pelo Decreto Federal n.º 241, em 29 de novembro de 1961, com cerca de 30 mil hectares, o Parque Nacional de Brasília teve seus limites redefinidos pela Lei Federal nº 11.285 de 08 de março de 2006 e atualmente possui uma área de 42.389,01 hectares.

A principal atração do parque é a parte das piscinas. Elas se formaram a partir dos poços de água, que surgiram às margens do Córrego Acampamento, pela extração de areia feita antes da implantação de Brasília. Para quem gosta de caminhada, o parque dispõe de duas trilhas de pequena dificuldade: a da Capivara com duração de 20 minutos e a do Cristal Água cujo trajeto pode ser percorrido em 1 hora.

Além disso, o parque protege ecossistemas típicos do Cerrado do Planalto Central e abriga as bacias dos córregos formadores da represa Santa Maria, que é responsável pelo fornecimento de 25% da água potável que abastece a Capital Federal.

Diversos tipos de vegetação compõem a Unidade de Conservação, tais como: a mata de galeria pantanosa, mata de galeria não pantanosa, vereda, cerrado sensu stricto, cerradão, mata seca, campo sujo, campo limpo, campo rupestre, campo úmido e campo de murundus.

A fauna é abundante e diversificada, composta por espécies raras ou ameaçadas de extinção, tais como: lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), tatu-canastra (Priodontes maximus), tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), jaguatirica (Leopardus pardalis), ouriço-caixeiro (Coendou prehensilis); além de espécies endêmicas como pequeno roedor (Akodom lindberg), gralha-do-campo (Cyanocorax cristatellus), papagaio-galego (Alipiopsitta xanthops).

Várias outras espécies não ameaçadas compõem a biodiversidade do parque, a exemplo de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes, e de grupos pouco estudados como moluscos, crustáceos, insetos e pequenos organismos.

O parque é também uma das principais opções da região para se conhecer os valores naturais do Cerrado e realizar práticas recreativas. Conta com duas piscinas de água corrente, trilhas interpretativas e Centro de Visitantes.

A área recém incorporada, na região noroeste do Distrito Federal, agrega ao parque vários ambientes como: vales escarpados, cachoeiras, nascentes, rios e matas de encosta e de galeria; possibilita a conexão com fragmentos de cerrado nativo, essenciais para formação de corredores ecológicos e intercâmbio genético das espécies de fauna e flora, além de oferecer novas opções para o uso público.

O Parque Nacional de Brasília, mais conhecido pelo apelido de "Água Mineral", é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral à natureza localizada no noroeste do Distrito Federal e no centro do estado de Goiás. O parque abrange uma área de 42 355,54 hectares, cerca de 423,8 km², com território distribuído pelas regiões administrativas de Brazlândia, do Plano Piloto e de Sobradinho e pelo município goiano de Padre Bernardo.

Fontes:

http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/unidades-de-conservacao/biomas-brasileiros/cerrado/unidades-de-conservacao-cerrado/2095-parna-de-brasilia
Decreto criação: http://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/imgs-unidades-coservacao/parna_brasilia.pdf
http://www.icmbio.gov.br/portal/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/213-parque-nacional-de-brasilia
http://www.brasil.gov.br/brasilia/conteudo/guia-turistico/turismo-ecologico/parque-nacional-de-brasilia-df
http://observatorio.wwf.org.br/unidades/cadastro/331/
Plano de Manejo: http://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/imgs-unidades-coservacao/PARNA%20Brasilia.pdf

Parque Olhos D'água. O ​Parque Olhos D´ Água conta com trilhas ecológicas, muita sombra, pista de cooper, parquinho infantil, lago, aparelhos de alongamento e de ginástica para terceira idade. No gramado, muitos visitantes aproveitam para fazer picnic, tomar sol, praticar esportes ou promover brincadeiras infantis. A pista de cooper é estreita, por isso, não é permitido andar de patins, de skate ou de bicicleta.

O Parque Ecológico e de Uso Múltiplo Olhos D'Água ou Parque Olhos D'água é um parque público, ecológico e de lazer brasileiro localizado no centro do Distrito Federal, na região administrativa de Brasília e possui 21 hectares.

Entre as quadras 412/415 norte, o parque foi inaugurado em 1994, ocupando áreas de antigas invasões, e o Governo do Distrito Federal investiu cerca de R$ 700 mil para urbanizar e proteger a área.

Parque Vivencial II do Lago Norte

Península dos Ministros. A dez minutos da Esplanada dos Ministérios, o parque ecológico tem ciclovia à beira do lago, além de um bosque de pinheiros. Espaços para caminhar, pedalar e praticar esportes aquáticos como kitesurf são alguns dos atrativos. A prainha ao final da península dá acesso ao Lago Paranoá.

"Área mais valorizada do Lago Sul, a Península dos Ministros abriga boa parte dos milionários da capital, mas ainda reserva espaço para gente menos famosa"

Invadida pelos moradores locais, passou por uma fase de desobstrução de toda orla que compõe a Península dos Ministros, no Lago Sul, acabou. Muros foram derrubados, piscinas aterradas e uma decisão judicial cumprida. O plantio de espécies típicas do cerrado e a construção da infraestrutura no local começam a recompor a área de preservação. Disse o GDF - "Queremos que seja um espaço sustentável. Vamos manter a vegetação do cerrado. A intenção é recuperar o que foi degradado"

A proposta conceitual para revitalizar a Área de Preservação Permanente (APP), a 30 metros do Lago Paranoá, e as Áreas de Relevante Interesse Ecológico foi dividida em quatro zonas.

O GDF já instalou 250 metros de cerca ao redor da península e pretende colocar mais 200m. A intenção é ordenar o acesso ao parque, com a limitação de pessoas. Haverá horário para entrar e sair. Não será cobrada entrada, mas a gestão do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) será rígida.

Uma guarita, a única em cabeça de quadra residencial de Brasília, controla, mas não impede, o fluxo dos visitantes. Seguranças fazem ronda 24 horas por dia. São doze homens que se revezam em um carro e duas motos - como apenas uma via dá acesso à área, o controle não é difícil. A localização dessa quase ilha habitacional de luxo, ao contrário do que ocorre com espaços similares em outras grandes cidades, não poderia ser melhor. Fica a dez minutos da Esplanada dos Ministérios e do aeroporto, mas sem o incômodo barulho de avião. No fim da rua, o quintal coletivo dá o fecho de ouro: um idílico parque ecológico de 24 hectares, com 5 quilômetros de ciclovia à beira do lago e um bosque de pinheiros.

https://www.agenciabrasilia.df.gov.br
http://www.metropoles.com/pelas-cidades/lago-sul/stj-nega-recurso-para-suspender-derrubadas-na-peninsula-dos-ministros